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 cicloviagem: do sul de minas à praia!

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ninocoutinho

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Mensagens : 1237
Data de inscrição : 20/09/2010
Localização : Itabira - MG

MensagemAssunto: cicloviagem: do sul de minas à praia!   Ter Ago 07, 2012 8:58 am

Entonces, pessoas, nas minhas espremidas férias recentes, consegui apertar uma cicloviagenzinha no meio! pirat

Quando eu fiz Santos-Paraty, na Fox, acabei, ao final, tendo que pegar um coletivo pra Angra, onde embarquei pra BH. Fiz esse trecho da Rio-Santos dentro do balaio, e achei tão bonito, fiquei com vontade de fazer alguma outra viagem, na qual eu passasse por ali também, mas desta vez, pedalando. Wink

Como eu estaria de férias no sul de minas, minha terra, comecei o planejamento muito antes de partir: bolar um rota, com as quilometragens adequadas e pousos seguros, de modo q minha viagem durasse uns 10 dias e q de alguma forma eu passasse pelo trecho requisitado, saindo do sul de minas e chegando ao litoral. Bem, tudo isso é desculpa pra viajar hehehe.

Pra cicloviagem ficar bacana, não basta seguir o caminho q seria mais lógico de carro... tem q pegar as estradinhas mais agradáveis sunny .

Depois de muito matutar, acabei descobrindo a antiga estrada rio-são paulo, com um trecho batizado de Estrada dos Tropeiros, sobre a qual se estende um circuito turístico: o vale histórico ou roteiro Caminhos da Corte.

Achei bacana a história da estrada e o aspecto das cidadezinhas no entorno. Resolvi então q passaria por ali. E de algum lugar dali desceria pra Angra.

No entanto, esse roteirozinho caminhos da corte é algo bem valorizado de $$$$$ Sad . Não é pro meu bico a maioria das coisas q estão no site. Hotéis fazenda com diárias acima de 250 por pessoa... Sem chance. Mas pesquisei e pesquisei, e acabei descobrindo pousos mais em conta, e tb fui hospedado como convidado, numa fazenda histórica em Bananal (a Fazenda dos Coqueiros)

Mas pra chegar lá, saindo de São Lourenço, no sul de minas foi um parto resolver como fazer... isso pq a estrada de asfalto q sai de lá, é impedalável: sinuosa, sem acostamento e com intenso trânsito. Optei pelos caminhos de terra e peguei dois trechos do Caminho dos Anjos (na verdade, os dois trechos finais desse caminho).

Muito lerdo e inexperiente com essa história de estrada de terra, quis fazer um dos trechos como teste, uns dias antes de iniciar a viagem. Preparei a bike e levei praticamente toda a minha tralha:



Sim, fui de bike normal. Pela net alguns me perguntaram por quê (por exemplo o Olavo e o Ogum777), e pessoalmente MUITOS me perguntaram, pq não fui de reclinada... Bem, no início eu dei mil desculpas, mas acho q a verdade é q eu queria ir de bike normal, mesmo geek . Outra coisa é q essa bike estava muito sub-utilizada e eu precisava usar, sendo q gosto dela pacas! Outra é q seria mais prático, pois consigo botá-la dentro do malabike e ninguém me atormentar no busão. Outra é q ela não voltou pra cá, mas ficou no sul de minas, e HOJE eu não faria isso com uma de minhas reclis hehehehe preciso delas perto de mim! E eu tb queria me testar nas cicloviagens em bike normal, pra ver como sairia. Bem, não poderia ter sido melhor! Cool

Mas nem tudo começou tão bem. Nesse dia de testes, em q eu pedalaria uns 23km em estrada de terra, logo nos primeiros 5km, meu paralamas dianteiro desceu... travando a roda dianteira! Apesar de estar levando quase toda a tralha, não tinha levado as chaves de boca necessárias para regular a posição do paralama, ou mesmo para tirá-lo... Tive que amargar um empurra bike duns 2km (e não um empurrabike comum pq a roda dianteira estava travada, eu tinha q carregar a bike levantando a frente), até encontrar uma fazenda onde avistei um tiozinho. Gritei pra ele lá de longe, morrendo de medo da provável resposta negativa:

- O senhor tem uma chave de boca aí?

No que ele me responde, felizmente:

- De qual medida?? cyclops

Pois bem, resolvi meu problema ali mesmo:



Aquela coisa protuberante por baixo da capa laranja é o paralamas guardado.

Ainda ganhei do tiozinho a chave de boca que precisava hehehehe!!! santa

No mais deu tudo certo e considerei-me pronto para a viagem, que teve início uns dias depois. Vou fazer um relato brevíssimo de cada dia, mas já aviso que cada dia foi sensacional, e parecia q a viagem só ia melhorando, eu ia conhecendo pessoas mais e mais fantásticas e tal... Amei!

1o. dia: São Lourenço a Virgínia:

Um trecho bem curto, mas foi assim pois eu só começaria a pedalar depois do almoço. Eram 20 e pouquinhos km de estrada de terra, precedido de alguns de paralelepípedo, e seguido de uns 4 de asfalto.

Comecei dando uma voltinha na cidade (que não tem grandes novidades pra mim) só pra provar q eu saí de lá hehehe:



Logo começa a estrada de terra:



Que percorri sem maiores ocorrências, apesar de ter chovido um pouco nos dois dias anteriores:



Minha principal dificuldade foi isso aqui, mas acabei superando:



Não sem antes esperar um bom tempo pra ver se alguém ia passar!! Como ninguém apareceu, segui bem:



O asfalto começava aqui:



E logo cheguei no meu primeiro pouso, o Pesqueiro 13 Lagos, em Virgínia, parada oficial do caminho dos anjos:




2o. dia: Virgínia - Passa Quatro - Cruzeiro

De novo 20 e poucos km de terra (até chegar em passa quatro, dpois mais uns 30 de asfalto), mas com expectativa de ser mais difícil e pela altimetria e condição da estrada. A partir daqui eu não sabia como ia ser:



Mas foi tranquilo e não tem muito como se perder - o caminho dos anjos é muito bem sinalizado:



E o dia estava pra lá de lindo:



Logo descobri a primeira e única utilidade para a faca q levei na viagem: abrir o potinho de SUUM (repositor hidro-eletrolítico)!!



Depois de muito subir, começa a descida:



No meio do caminho, uma queda d'água apertada q não dava muito jeito de se molhar:



E ao final da descida, que é bem espertinha e com boa dose de pedras, chegando em Passa Quatro, percebi q meu bagageiro dianteiro havia se quebrado em 4 pontos de solda!! Não tirei fotos, mas parte pode ser incompetência minha: esse tipo de bagageiro tem muitos pontos de articulação, os quais vc tem q apertar bem mesmo, se não, onde ele cede, vai ter q compensar... bem, não foi grandes problemas, eliminei o bagageiro e passei tudo pra trás:



Esse monte de bike aí é de ciclistas do Ceará, que vieram fazer a Estrada Real e haviam acabado de chegar. Almoçamos no mesmo lugar:



O carro ao lado é do meu pai, que foi pra lá almoçar comigo. E segui viagem:



Belíssimas paisagens nas subidas:



Até chegar lá em cima:



De onde começa a descida pra Cruzeiro, sem registros até chegar no plano de novo rsrsrs:



E cheguei à minha pousadinha:




3o. dia: Cruzeiro - Silveiras - Areias:

Outro dia que começou bonito:



Eu pedalaria sentido Dutra, até passar por debaixo dela e começar o caminho pela estrada dos tropeiros:



A estrada é sem acostamento mas sem movimento. O asfalto bem antigo:



Logo chegaria em Silveiras com seus vários atrativos de artesanato:



E almocei no Restaurante do Ocílio:



Trechos de estrada bem fresca:



Até chegar em Areias:



Que é uma gracinha de cidade! Registro do anoitecer:



E duas placas curiosas:





4o. dia: Areias - São José do Barreiro - Bananal:

Deixei minha agradável pousada em Areias:


E ainda na cidade comecei a ser seguido fielmente por um cãozinho:



O cachorro me acompanhou por precisos 13 km!!



Obviamente, fomos perseguidos por outros cães, esses menos amistosos!!



Alimentei-o com paçoca e uma barra de proteína:



E hidratei-o várias vezes!



Última foto que tenho com ele (não, não estou estrangulando-o!):



Felizmente ele desistiu de me acompanhar (pq nas descidas ele ralava muito; nas subidas, ia junto). Quando cheguei na represa do funil, já estava sozinho:



Ipês??



São José do Barreiro:



E mais placas curiosas:



Até chegar a Arapeí:



Onde relaxei, dpois do almoço, fora da cidade, pois dentro estava insuportável: as cidades pequenas são legais, mas infelizmente as pessoas ouvem música ruim em volume muito alto! Só alcancei a paz, distante:



E logo estava na Fazenda dos Coqueiros, meu pouso:





5o. dia: Bananal - Rio Claro - Lídice:

Cedinho fui buscar minha bike que tinha dormido na senzala:


E saí de Bananal:



A partir da divisa com o estado do Rio, a estrada fica meio insuportável: até ganha um acostamentozinho, mas ruim de pedalar, dpois o acostamento some, e o trânsito, well, bem puxado:



Meu melhor almoço de todos foi num restaurante simplérrimo em Rio Claro:



Umas subidinhas pra Lídice com ótimas paisagens:



Até chegar à pequena localidade:



E à minha pousadinha na qual seria minha primeira noite acampando, mas a dona me convenceu de que a área de camping era logo em frente ao chalé, e o banheiro do camping estava em reforma... well, aceitei!




6o. dia: Lídice a Angra dos Reis e Ilha Grande

Comecei despedindo-me de mais um parceiro:



E segui subindo:



Até começar a descer, e começarem os túneis!



São curtos, mas escuros, estreitos, úmidos e de paralelepípedo! Tem q ficar esperto:



As descidas tavam pra mim!



Até chegar em Angra:



Onde peguei uma embarcação pra Ilha Grande (eu não tava de reclinada mas pude ir reclinado hehehehe):



Cheguei!



No camping, péssima surpresa, se partiu uma das varetas da minha barraca:



O dono do camping foi hiper solícito e substituiu a vareta defeituosa por uma que encontrou entre seus pertences.

Em Ilha Grande não rolam motorizados, com raríssimas exceções (como as motinhos da polícia, o trator de lixo, etc), então tudo é empurrado com força humana:




7o. dia: Vila do Abraão a Dois Rios:

Tirei esse dia pra fazer uma das trilhas da ilha grande, talvez a única pedalável. Pra variar, outro dia massa!



Seria mais um dia em estrada de terra. 8km pra ir, 8 pra voltar. Neguei qualquer possível traje mountainbike:



Mas fui que fui!



Catracão pra subir! Metade é subida, direto, metade descida:



Descidinhas:





E muita sombra!



Até chegar em Dois Rios:



Onde aposentei as sapatilhas heheheh:



Visitei as ruínas do antigo presídio



E fui pra praia, mas com o tempo fechando muito seriamente:



Almocei no único lugar possível e voltei rápido, primeiro subindo, dpois descendo nessas pedras, meio saco, tem q ir freiando e os aros fritam com o atrito dos v-brakes!!



Dizem q a trilha pro saco do céu é pedalável, mas um tanto mais difícil. Bem, não seria prudente com a chuva que viria, nem com a bike dura q eu tinha:



Ainda deu pra registrar mais uns instantâneos:



E repousar:




8o. dia: Ilha Grande a Mambucaba

Madruguei às 05:30 pra dar conta de desmontar a barraca e reorganizar as tralhas:



Pra dar tempo de pegar meu bonde aquático de volta pra Angra; aqui, já cheguei:



E peguei finalmente o trecho da Rio Santos q era a desculpa da viagem!



Em algumas praias particulares, vc é impedido de entrar:



Mas alguns condomínios grandes te "liberam" a entrada, como o Porto Bracuhy, e as ruínas do engenho:



E suas marinas:



Fazendas:



Bem de cima da estrada, avistei umas prainhas secretas:



Área das usinas! Desci...





E pra voltar lá de baixo? Nó, na foto não dá pra ter noção da inclinação. é em pé mesmo! Um dos empurra bikes mais duros...



Do meio da subida, avistei de onde tinha saído rsrsrs:



Mas voltei pra estrada e, contornando as usinas, outras praias:



Até chegar ao meu camping em Mambucaba:



Vila Histórica:




9o. dia: Mambucaba a Paraty:

Manhã na praia de Mambucaba, q eu nem tinha visto na noite anterior:



Caminhos frescos:



Praia de Tarituba; creio ser a primeira de Paraty, vindo de Angra:



He-Man!



Entrei n'água...



Entrei em outras praias, tb. Acho q aqui é São Gonçalo:



Almocei numa rocinha em São Roque:



Chegando em Paraty, com o tempo fechando, encontrei com um casal de cicloviajantes q estão dando a volta na América do Sul! Felipe e Pâmela: http://nasrodasdodestino.blogspot.com.br/



E fui pro meu camping reencontrar a Julie, que havia conhecido em fevereiro na outra cicloviagem:



E repousar:




10o. dia: Paraty Mirim e Cunha


Meu plano era ir pra Paraty Mirim (alguns km de asfalto mais uns 6 ou 7 de terra) de manhã e, de tarde, pegar carona com um vizinho lá do camping, q subiria de caminhonete para Cunha.

Ainda em Paraty, percebi algo chacoalhando: tava falando um parafuso no bagageiro!! Ele prende o bagageiro ao quadro, e ainda aperta a haste do paralamas...



Corri numa loja de parafusos e comprei o que precisava. Mas não instalei imediatamente, queria ir pra Paraty Mirim primeiro (eu estava sem carga, não ia forçar). Só apertei as hastes com um velcro hehehehe



Meu quatro e último dia de estrada de terra!



Riozinho no caminho:



Até chegar a Paraty Mirim:







Foi o único dia em q entrei de corpo inteiro na água. Enquanto me secava, almocei por ali mesmo:



E mais chapas:



Chegando em Paraty, encontrei com Wilson Gomes! Ele é músico e compro um barco em Paraty, que funciona como hotel: Boat Hotel.



Passamos mais de hora juntos, pedalamos por toda a ciclovia, empurramos no centro histórico e andamos na contramão no centro ehehehehehhehe foi massa!!

Depois foi pro camping, desarmei minhas coisas e subi de carro pra Cunha. Parada no único bar, pra tomar uma pinga!



Esse bar é curioso, todo mundo q passa por lá pode deixar seu cartão de visita pregado. Achei de um camarada meu, q tinha feito a Estrada Real dias antes, e tinha deixado o cartão do blog dele hehehehe:



Já fui citado duas vezes no blog hehehehe neste e neste post.

Em Cunha apreciei o pinhão em conserva. Ô sustança!!!




11o. dia: Cunha a Guaratinguetá

Amanheci na minha estalagem:



Com meus friends:



A bike tinha dormido em companhia:



Depois do café reforçado, segui viagem, pro que seria meu última dia de pedal:



Estrada de asfalto antigo:



No caminho encontrei com um pessoal q vinha fazendo a Estrada Real, Frederico e Marcelo. Eles saíram de suas casas sozinhos, mas acabaram se encontrando no caminho e fizeram a maior parte, juntos:



Cheguei a Guará:





E desafiei a lei, na rodoviária!



Peguei a lona da minha barraca, e embalei a bike com um durex q comprei ali mesmo:



Últimas paisagens, já no busão:



e FIM!!! king
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Mordaz

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MensagemAssunto: Re: cicloviagem: do sul de minas à praia!   Ter Ago 07, 2012 11:23 am

MUITO legal!

Eu e a Leonor percorremos certa vez de carro toda a Estrada dos Tropeiros, quando fizemos umas trilhas (a pé) em Bananal e em São José do Barreiro. Percorremos toda sua extensão (Barra Mansa, Bananal, Arapeí, São José do Barreiro, Areias, Silveiras e de volta à Dutra), como uma espécie de reconhecimento de terreno do que foi um dia o trajeto do Audax Queluz (com a diferença de que este não passava por Silveiras). Esse Audax merecia ser reeditado, principalmente agora que boa parte da Estrada dos Tropeiros foi recapeada.

Na ocasião, encontramos na represa os mesmos amigos caninos que você, e tivemos de "suborná-los" da mesma forma!

Em Rio Claro, você passou perto de um paraíso para o ciclismo de estrada: o trecho da RJ-149 entre Rio Claro e as ruínas de São João Marcos, estrada recentemente asfaltada e quase sempre deserta. Mais recentemente asfaltaram também dali até Mangaratiba.

Se você tivesse anunciado previamente seus planos cicloturísticos, eu lhe faria uma visita por ali.

P.S.: Como é que você encontra um cara com uma "penny-farthing", fotografa e não fala (escreve) nada a respeito? Foi ele mesmo quem fez?

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ninocoutinho

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MensagemAssunto: Re: cicloviagem: do sul de minas à praia!   Ter Ago 07, 2012 8:21 pm

Que legal q vc gostou, Roberto! Cicloviagem é demais, mesmo. Explicar o q a gente sente, é até difícil... A euforia que bate quando uma coisa dá certo, qndo vc conhece a pessoa certa na hora certa, qndo vc bate aquele papo com aquela pessoa q vc nunca imaginou conhecer, mas que te preenche naquele momento... tudo bem mágico. Vamos lá:

Mordaz escreveu:
Eu e a Leonor percorremos certa vez de carro toda a Estrada dos Tropeiros, quando fizemos umas trilhas (a pé) em Bananal e em São José do Barreiro. Percorremos toda sua extensão (Barra Mansa, Bananal, Arapeí, São José do Barreiro, Areias, Silveiras e de volta à Dutra), como uma espécie de reconhecimento de terreno do que foi um dia o trajeto do Audax Queluz (com a diferença de que este não passava por Silveiras). Esse Audax merecia ser reeditado, principalmente agora que boa parte da Estrada dos Tropeiros foi recapeada.
A região é bonita pra caramba, realmente vale a pena pedalar por lá, especialmente pelo movimento q é muito baixo. Conversei com um pessoal e me disseram não ser muito comum ter gente cicloviajando por lá. Encontrei com um pessoal pedalando, no sentido contrário a mim, entre São José do Barreiro e Arapeí, no asfalto, no trecho em q pra mim era um descidão hehehehehe eles estavam subindo. Encontrei com vários, mesmo, todos mtbikers.

A altimetria é q deve ser bem castigante prum audax, aliás li uma vez o relato de alguém, dum desses audaxes queluz-barra mansa-queluz, esqueci o ano, mas cosnta q seria um audax que entrou no rol daqueles mais difíceis, dos 200... na época parece q o asfalto ainda estava bem precário. Ainda tem trechos ruins, mas dá pra ir.

O chato é q não tem subidas longuíssimas... tem é subida e descida em sequência... aí no fim vc sobe demais. No calor, fica bem desgastante.

Mordaz escreveu:
Em Rio Claro, você passou perto de um paraíso para o ciclismo de estrada: o trecho da RJ-149 entre Rio Claro e as ruínas de São João Marcos, estrada recentemente asfaltada e quase sempre deserta. Mais recentemente asfaltaram também dali até Mangaratiba.
Legal saber disso. Desconhecia tal estrada ou mesmo tal localidade. Dei uma pesquisadinha aqui agora. Interessante. Qndo ainda planejava, cheguei a cogitar passar reto por Rio Claro e ir parar em Mangaratiba, e só pegar o barco pra Ilha Grande, de lá, ou então pedalar de Mangaratiba até Conceição de Jacareí - lugar de onde saem mais embarcações pra vila do abraão (aliás fica bem mais perto). Mas tudo isso me faria perder a descida por Lídice, q eu previa ser bem bacana, e seria difícil eu bolar outra rota pra passar por ali de novo. Ainda dá pra visitar os outros lugares, outras vezes.

Mordaz escreveu:
Se você tivesse anunciado previamente seus planos cicloturísticos, eu lhe faria uma visita por ali.
Eu estava bem incerto de contar por não saber se eu cumpriria o roteiro à risca. Engraçado que NADA saiu do controle, a única coisa q não estava nos planos era subir pra Cunha de carro e de lá pedalar pra Guará. Meu pleno era pegar um busão de volta em Paraty mesmo. Mas tb tive sorte, não peguei um dia de tempo ruim, apenas a chuva no segundo dia em ilha grande, mas q não estragou nenhum plano, e uma chuvinha rápida na chegada pra Paraty, q mal deu pra molhar.

Mordaz escreveu:
P.S.: Como é que você encontra um cara com uma "penny-farthing", fotografa e não fala (escreve) nada a respeito? Foi ele mesmo quem fez?
Hehehe eu precisava seguir com o relato! O Wilson Gomes é uma viagem, conversamos como se fôssemos velhos conhecidos, ele tem DOZE penny-farthings, e nenhuma outra bike. Ele meio q tem uma em cada canto, pois percebi q ele tem várias moradas. Hoje ele mora em Paraty, e sai todo dia pra "treinar". Putz, o assédio q ele sofre em 1 horinha, é parecido com o q rola com a gente em um mês ou mais... O pessoal é bem indiscreto e quer tirar foto, quer segurar, ainda querem subir na bike. Mó perigo! Ainda mais em paraty q a maioria é turista, eles se comportam bem invasivos, e isso atrapalha os "treinos". É aquela coisa de pedir pra vc PARAR pra tirar a foto... poxa, pode fotografar, mas não vou parar, não, tô ocupado!

Mesmo assim ele sai todo dia pra pedalar heheheh mais algumas imagens:





Pedalando do lado dele, me senti muito baixinho heheheeh imagina se estivesse de recli! albino

Esqueci de dar links pros albuns, pra quem quiser ver em mais detalhes:

1o dia: São Lourenço - Virgínia
2. dia: Virgínia - Passa Quatro - Cruzeiro
3o. dia: Cruzeiro - Silveiras - Areias
4o. dia: Areias - São José do Barreiro - Arapeí - Bananal
5o. dia: Bananal - Rio Claro - Lídice
6o. dia: Lídice - Angra (ilha grande)
7o. dia: Vila do Abraão - Dois Rios
8o. dia: Ilha Grande - Mambucaba
9o. dia: Mambucaba - Paraty
10o. dia: Paraty a Paraty-Mirim (e Cunha)
11o. dia: Cunha a Guaratinguetá

Não citei todos os locais em que me hospedei. Recomendo todos, e cito com quem tratar. Tudo tem no google ou no facebook:

Virgínia: Pesqueiro 13 Lagos. 35 diária do chalé. muito bem pagos. O senhor Mauro conhece TUDO da região e mais um pouco, quem faz o caminho dos anjos infelizmente chega lá no último dia, pois se passasse por lá no primeiro, saía informado de tudo.
Cruzeiro: Pousada Mantiqueira (ou hotel e pousada mantiqueira). acho q paguei 70 a diária
Areias: Hotel Solar Imperial . 40 reais a diária. excepcionalmente bem pago. lá tem outra pousada de mesmo valor, acho q Pousada Esperança, olhei lá e não acho q vale a pena, não. Ao menos, não tem comparação.
Bananal: essa hospedagem foi "gratuita" pois era com conhecidos, lá é só uma fazenda para visitação (fazenda dos coqueiros). aliás vale a pena visitar, é 10 reais por pessoa, criança não paga, dura bastante tempo e rolam umas comidinhas hehehehe
Lídice: Pousada Águas Claras - 50 reais o chalé. vale super a pena, o lugar mais bonito e calmo em q fiquei. tb com os cachoros mais sossegados! proprietária Cláudia.
Ilha Grande (vila do abraão): Camping do Bicão (tb tem suítes e um chalé) - 15 reais a diária do camping. todo o pessoal muito solícito.
Mambucaba: Camping Guaiamum (tb tem chalés) - não lembro qnto foi, acredito q algo entre 20 e 30 reais pelo camping. Proprietária Sandra e tb mora lá a Dona Nilda que é um doce!!
Paraty: Camping 7 Marias (é uma delícia, na roça, na estrada pra cunha, adoro o pessoal de lá, tb tem casas pra alugar q saem baratíssimo, coisa de 40 reais por dia, pela casa) - 25 reais a diária do camping. a desvantagem é ficar longe de paraty, mas isso pode ser vantagem!!
Cunha: Estalagem Primavera - paguei 40 reais pra ficar sozinho numa suíte, mas é mais barato pra ficar nos coletivos (não tinha vaga). É nessa estalagem a parada oficial de quem vem fazendo a estrada real. Cunha tem milhões de pousadas, mas a maioria bem caras, e nas mais simples tem pouco "jogo" com quem tá de bicicleta. Nessa estalagem é super de boa, e o papo é ótimo com o Cláudio e a Paola, os proprietários.
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Marcus Del Mastro

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MensagemAssunto: Re: cicloviagem: do sul de minas à praia!   Ter Ago 07, 2012 9:32 pm

Nino, demais mesmo.

Cicloviagem é realmente uma experiência fabulosa, especialmente quando se pega estradinhas que liga vilarejos pequenos.
É uma viajem sentir que tudo o que vc tem é aquela bike, as coisas penduradas nela e... vc mesmo, nada mais ou , sei lá...
muito mais, pois parece que as pessoas estão mais ao seu alcance, talvez por estarmos mais vulneráveis e elas (algumas delas)
mais receptivas devido à essa situação diferente.

Fotos incríveis, depois fiquei pensando como vc bateu e achei ainda mais incrível, parece aquelas fotos que a equipe de filmagem
bate, mostrando vc passar/chegar nos lugares.

Parabéns de novo!

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ninocoutinho

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MensagemAssunto: Re: cicloviagem: do sul de minas à praia!   Qua Ago 08, 2012 11:02 am

Marcus Del Mastro escreveu:
Nino, demais mesmo.

Cicloviagem é realmente uma experiência fabulosa, especialmente quando se pega estradinhas que liga vilarejos pequenos.
É uma viajem sentir que tudo o que vc tem é aquela bike, as coisas penduradas nela e... vc mesmo, nada mais ou , sei lá...
muito mais, pois parece que as pessoas estão mais ao seu alcance, talvez por estarmos mais vulneráveis e elas (algumas delas)
mais receptivas devido à essa situação diferente.
É isso aí. Eu vejo muito gente me cumprimentar pela "aventura", mas eu não acho aventura nenhuma, eu gosto de pensar que é a coisa mais normal do mundo. Estou simplesmente indo dum lugar ao outro, sem extravagância atlética alguma, conhecendo pessoas, coisas e cenários... A única diferença é q a maioria está trabalhando, e eu estou de férias rsrsrs mas poderia nem ser assim, poderia ter um jeito de ir trabalhando, mesmo assim o espírito seria o do "deixa a vida me levar"...

Marcus Del Mastro escreveu:
Fotos incríveis, depois fiquei pensando como vc bateu e achei ainda mais incrível, parece aquelas fotos que a equipe de filmagem bate, mostrando vc passar/chegar nos lugares.
Por increça que parível, as fotos são de celular. No picasa não dá pra ver na resolução máxima, mas é muito perfeito. Uma das minhas últimas compras pra viagem foi o tripé pro celular, com ele tirei todas as fotos de mim mesmo (inclusive o conjunto montado cabe dentro da bolsa de guidão, e é até mais fácil achar o celular assim, pois vc pega pelo tripé!). Acho q, na viagem toda, só umas 3 pessoas tiraram foto de mim (e não pedi, elas se ofereceram). E essas são as fotos parado, fazendo pose. As q eu estou em movimento, fiz sozinho, claro q é uma farsa rsrssr e tem hora que dá um trabalho medonho hahahahahah!! Pior que muita gente me via nessa função! Eles deviam pensar "putz, que cara solitário..." drunken

O tripé é esse aí abaixo, junto com o resto do kit sobrevivência: duas espiriteiras de latas de cerveja feitas por mim mesmo (são duas pra ter uma reserva), o aparador de vento/suporte de panela (feito com lata de leite em pó), tempero de alho e sal (ganhei, ou melhor, pedi de presente no pesqueiro!), fósforo, o marmitão onde cabe isso tudo e os utensílios que vão pendurados pelo mosquetão nos alforjes (caneca e talheres). Faltou o álcool na foto (não sei qnto levei, mas foi uma garrafa d'água pequena, não aquelas de 500ml, mas menor que isso).



Apesar de não acampar todo dia, mesmo nos hotéis eu fazia minha comida noturna, ou esquentava a sobra de algo que tinha comido fora heheehe. De manhã nos campings eu fazia um capuccino solúvel com mais o que eu tivesse comprado antes. De noite, em geral eu jantava duas vezes, tipo uma às 18h, outra às 22h. Às vezes era minha comida nas duas vezes, às vezes fora numa, minha na outra. Almoço foi sempre em restaurante, mas se o cara tiver duro mesmo, dá pra parar no meio da estrada e cozinhar qualquer coisa, mas acho q em self-service vc tem mais opção de nutrientes, sem precisar ficar pensando muito em enriquecer o rango (pq os meus eram basicamente carboidrato: ou arroz, ou macarrão). A maior parte dessa comida eu já saí carregando no primeiro dia (tá, meio absurdo): arroz tio joão em saquinhos (acho q 8 porções duplas), macarrão liofilizado (só 2), purê de batatas liofilizado (não cheguei a usar, voltou pra casa) e nos lugares ainda comprei aqueles miojos um pouco mais valorizados pra ir sobrando a comida q estava levando.

De fruta eu fui péssimo, acho q só comi bananas. Mas eram muitas, às vezes umas 5 numa manhã de pedal. Acho q preciso aprender mais com o Klaus, de chegar numa quitanda e preencher suas necessidades ali mesmo. Levei a faca (não essa de plástico, uma de verdade) justamente pra isso, caso fosse descascar um mamão, um melão ou algo do tipo.

Todo esse conjunto do marmitão pesa 300g (pesei na volta). Dá pra ser menos se a marmita for menor e se o aparador de vento/suporte for mais leve. Mas marmita menor não ia comportar tudo dentro, o q é cômodo, e em geral marmita pequena não tem esse cabo mais longo (nem é um cabo, é a paradinha de fechar a tampa, não ocupando espaço nenhum. se fosse um cabo de verdade, ia atrapalhar.

Atravessei itajubá e são lourenço a pé, procurando um cabo universal de panela, pra tentar levar uma panelinha menor, mas não achei. Acabei de achar no mercado livre rsrsrsr elephant

Ah, ainda sobre o tripé, o que comprei é bem barato e bem vagabundo, durou menos do que a viagem... uma das pernas se quebrou no oitavo dia, mas ainda estava encaixável, porém em algum lugar perdi esse perna e fiquei com um bipé, que não tem muita função... de qualquer forma, valeu a pena, sem ele não teria registros das minhas imagens (falsas) pedalando!
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xamã

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MensagemAssunto: Re: cicloviagem: do sul de minas à praia!   Qua Ago 08, 2012 12:58 pm

a despesa total foi relativamente pequena, não?
Nino, concordo quando vc diz que não é uma aventura, principalmente quando se tem várias opções de alimentação e pouso durante o trajeto, mas aqui no MS, por onde pretendo pedalar, o bicho pega...tem trechos de até 200km com apenas UM restaurante no caminho, que tal?? Cool
parabéns pela passeio!
abraços.

off: recebi uma notícia 'boa' ontem...minha esposa e meus filhos compraram passagem de avião daqui, Campo Grande/MS para SP - capital - para meados de dezembro...ela tem um irmão que mora lá. Foram 6 passagens - ida e volta - por 600 reais...terei UMA SEMANA para fazer alguma cicloviagem! Laughing
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MensagemAssunto: Re: cicloviagem: do sul de minas à praia!   Qua Ago 08, 2012 6:44 pm

xamã escreveu:
a despesa total foi relativamente pequena, não?
Até q foi bem mais baixa do que da outra viagem, mas mesmo assim, acho q gastei bastante... Mas ANTES da viagem gastei um bocado, pq ainda tinha muitas coisas q não tinha. A saber:

- malabike (quis sair daqui de mala-bike pra evitar qualquer transtorno, até pq no busão iria junto com minha digníssima esposa, com mais malas e mais os alforjes cheios, não queria que passássemos por nenhum perrengue. e foi bom pq de fato os ônibus de BH pro sul de minas são um saco, bem cheios com bagagens grandes... a bike foi em pé sem precisar amarrar nada rsrsrsr só com as malas em volta, parou em pé. se eu estivesse de fox sem desmontar, seria absolutamente inviável [o davilson precisa fazer uma recli desmontável q caiba num malabike!!!] qndo cheguei em são lourenço - isso dias antes de partir - coloquei minha mulher com as malas num táxi, tirei a bike do malabike na rua mesmo, montei a roda, taquei umas coisas na mochila e fui pra casa pedalando, na chuva.
- calça segunda pele (já tinha a parte de cima, por causa do audax), meias térmicas especiais, balaclava - esperava pegar muito frio, mas foi só no primeiro dia, e no penúltimo!
- chapéu legionário (eu já tinha um boné legionário da nautika q tenho usado nos audaxes, mas ele é meio escuro... esse aí é mais claro e maior, com viseira gigantesca, acho q ótimo pra reclinada, apesar de não muito aerodinâmico rsrsrsr)
- bagageiro dianteiro (q quebrou)
- botinhas absolutamente impermeáveis
- mais uma bolsa de quadro (cicloturista tem mania de acessório rsrsrs)
- caneca, talheres, faca
- pezinho pra bike (não funcionou direito e achei melhor não levar, mas fez falta)
- cobertor de emergência (como disse, esperava pegar bom frio)
- tripé do celular
- carregador de emergência do celular

Tudo isso aí bateu os 600 reais fácil, tlvz beirando os 700 ou com certeza passando disso, com o custo dos fretes (boa parte das coisas tive q comprar à distância). Ou seja, na prévia, gastei mais que o dobro do que gastei com hospedagem na própria viagem. Felizmente tudo isso é durável e servirá pras outras viagens heheheh exceto o bagageiro! Tb já tinha outras coisas importantes como barraca, isolante, saco de dormir, anorak, alforjes e... a bicicleta!

O investimento inicial de cicloturismo (qndo a ideia é ficar dias e dias na estrada) é bem altinho, mas depois, se o cara não fica trocando demais de bike ou de peças, se estabiliza. Aí ele pode sempre viajar mais barato (acampando e tal, com material pesado) ou mais no estilo credit card touring, podendo ir mais light (a ideia dessa bike, qndo montei-a, era essa... light touring por asfaltos bons... mas acabei viajando mais pesado, pegando estrada de terra, e asfaltos meio passados!)

xamã escreveu:
Nino, concordo quando vc diz que não é uma aventura, principalmente quando se tem várias opções de alimentação e pouso durante o trajeto, mas aqui no MS, por onde pretendo pedalar, o bicho pega...tem trechos de até 200km com apenas UM restaurante no caminho, que tal?? Cool
Hehehehe claro, mas o q considero aventura mesmo é sair sem saber rumo, sem pousos ou quilometragens definidas, sem saber onde vai dormir e, especialmente, sem grana! pra todos efeitos, mesmo nesses locais meio inabitados como esses que vc planeja, se vc vai SABENDO dessa questão, vc pode adequar isso no planejamento e a aventura fica mais segura. Em audax tb rola isso em trechos noturnos, vc ficar uns 200km sem nada... tem q estar prevenido.

Aquele casal que encontrei em Paraty (aliás o Waldson Antigão tb já encontrou com eles, dias depois), q estão dando a volta pela América, well, eu imagino q eles tenham uma grana guardada, mas com certeza não é suficiente pra ficarem se hospedando sempre, nem pagando camping... é uma grana mais pra emergências e pra alimentação básica... eles dependem de conseguir pouso "solidário", e mesmo refeições na faixa... onde é mais comum de dormirem, é em corpo de bombeiros, dizem q eles em geral recebem mesmo, e q às vezes até convidam pro alojamento e pro rango, q dizem ser 10!!! Isso sim eu acho uma aventura. Nem contei: disseram que em Praia Grande, tentaram assaltar a bike da Pâmela. Um moleque montou na bici e saiu pedalando. O Felipe disse que a única inspiração que teve na hora foi puxar um facão (cara, é um senhor facão, de abrir mata pra acampar, que fica entre os alforjes traseiros e o bagageiro) e ir pra cima do moleque hahauhauahuah diz q o moleque se cagou todo e largou a bike!!!! Twisted Evil

xamã escreveu:
off: recebi uma notícia 'boa' ontem...minha esposa e meus filhos compraram passagem de avião daqui, Campo Grande/MS para SP - capital - para meados de dezembro...ela tem um irmão que mora lá. Foram 6 passagens - ida e volta - por 600 reais...terei UMA SEMANA para fazer alguma cicloviagem! Laughing
Boa!!! Semaninha pra ficar com gosto de quero mais hahahahahha alien !!!!
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