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 Desta vez, é meu (nosso!)

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ninocoutinho

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MensagemAssunto: Desta vez, é meu (nosso!)   Seg Out 15, 2012 12:21 pm

Desculpem o título que não diz nada tongue ! (parecendo aqueles tópicos do BROL!!!)

Entonces, pessoas, como já contei aqui outras vezes (e tb como não contei outras vezes!), estou sempre dando um jeito de ir de bike pra certos concertos, recitais e outras apresentações, mesmo quando envolve algumas distâncias maiorzinhas.

Na cidade vizinha de São Gonçalo do Rio Abaixo, que dista daqui algo entre 38 e 46km (depende do trajeto a ser feito), já fui uma vez pra assistir a um duo de amigos meus (link pro blog desatualizadíssimo), e também outra para assistir a outro duo de violões (link aqui pro fórum).

Neste fim de semana, o concerto - pela mesma série que apresentou o Siqueira-Lima (link aí de cima) - era do quarteto violões do qual faço parte Very Happy . Obviamente já estava planejando há semanas ir com minhas próprias pernas (meus outros companheiros são de BH e viriam de ônibus e carro) mas quando foi chegando perto da data, a previsão do tempo era só de chuva... estava com um plano B armado de ir de ônibus, se precisasse.

O concerto era sábado e a previsão era de chuva para sexta, sábado e domingo, o dia todo. Bem, sexta nem choveu e a água só começou a cair mesmo depois de meia noite, num toró brabo... Pensei "f...deu, vai amanhecer sábado chovendo e ficar inviável.". E foi assim que aconteceu, mas eu não tinha nem guarda-chuva pra ir a pé pra rodoviária. Enquanto esperava um armazém lá perto abrir pra comprar uma sombrinha, o tempo foi passando e, quando vê, ficou muito em cima da hora pra pegar o ônibus (acho que enrolei de propósito! What a Face ). Resolvi aproveitar que tava tudo mais ou menos encaminhado pra montar na bike, e assim o fiz.

É razoavelmente de boa montar as coisas na bike dentro de casa, mas como minha escada é mto estreita, não daria pra descer com a bike toda montada. Tive que descer com ela pelada e montar violão e alforje lá na rua (prefiro montar na garagem do meu vizinho, com mais tranquilidade, mas estava sem chave). É meio chato pq tem um ponto de ônibus bem em frente de casa e, além de atrair muitos olhares, é uma função na qual fico bem atrapalhado. Aliás, essa é a montagem mais difícil de todas que já fiz: o meu alforje grande, de um lado só (ele é feito pra usar aos pares), e o violão do outro, rigorosamente preso, distante do chão e distante da parte de trás do capacete. E com o pezinho da Fox inutilizado pois tem q ficar atrás do violão. Fazer sozinho é bem difícil, ainda mais debaixo d'água! bounce

Perto das 07 da manhã, consegui terminar geek :



Apesar de bem assimétrico, e provavelmente com pesos descomparados (de um lado é só violão, sandália e partituras; do outro, o alforje tem sapato, roupa social, muda de roupa, blusa de frio, coisas para banho, ferramentas e câmaras, saco de dormir), não me dá desequilíbrio algum.

Saí pedalando na chuva que já não estava tão forte. Já comentei aqui de uma das coisas que me incomodam mais: a água nos óculos! Acabo tendo que separar as visões: míope em cima, mas sem água atrapalhando, e visão perfeita embaixo, mas embaçada e cheia d'água!



Peguei trechos bem molhados e dá-lhe paralamas cyclops !



Acho que durante uns 12km ou mais, ainda pego algum trânsito:



Mas depois tem a calma estrada pra São Gonçalo, meu treino preferido na região (e acho que só meu, pois NUNCA cruzo com ciclistas nessa estrada):



O pezinho fica inutilizado na montagem com violão, mas qualquer degrau um pouco mais proeminente já permite parar a bike:



A chuva cessou e tive que trocar o anorak por um corta-vento mais leve:



Algumas cenas de sempre, dessa estrada:








Até chegar ao clássico marco da estrada real na entrada da cidade:



Cruzeiros curiosos das Minas Gerais:



Aterrissei na casa do amigo que organiza essa série de concertos, descarreguei, tomei banho, encontrei com os outros companheiros e passamos som e luz pela manhã. Depois do almoço, sobremesa na rua e voltamos pro teatro, pra mais ensaio (vai ter gente a reconhecer meu traje casual de TODOS os audaxes Twisted Evil ):



Depois dos ensaios e antes do concerto rolou, naturalmente, muito pão de queijo; é uma receita da família que é nossa anfitriã de sempre por lá. Certa vez fiz a receita deles em casa e apreciei com rúcula albino :



Não tenho fotos do concerto pois não deixei meu celular com ninguém na hora, mas tenho foto duma apresentação nossa de umas 3 semanas atrás:





(a moça na foto é uma compositora inglesa que escreveu, para nós, uma peça para duas guitarras e dois computadores).

Depois do concerto é rango, cerveja e prosa até tarde drunken . Na manhã seguinte, não sou o primeiro a acordar:



E hora de bike-fit pra galera pirat ! (nunca tinha conseguido deixar o violão tão alto, mas vejam q está pegando na cabeça... com capacete fica horrível. com um micro ajuste, já foi possível pedalar)



Parti de volta e peguei um pouco menos de chuva que na vinda (mas olha a diferença que fazem os óculos molhados, lembrando que mal chovia e ainda não estava embaçado - coloquei na frente da lente do celular):








Chegando em casa foi sapecar rápido aquele macarrão com quiabo e mandar pra dentro!! Foto de hoje, do que restou e acabei de almoçar: farao



Abraços,


Nino
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Marcus Del Mastro

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MensagemAssunto: Re: Desta vez, é meu (nosso!)   Seg Out 15, 2012 7:28 pm

que massa! (não vou vonseguir escrever muito, pq a criançada acordou por causa dos pernilongos...)

não sei se já te falei de simplesmente limpar as lentes com os dedos, jogando para fora o excesso de água, melhora bem, mas continua ruim
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Mordaz

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MensagemAssunto: Re: Desta vez, é meu (nosso!)   Seg Out 15, 2012 9:39 pm

Não sei se eu teria coragem de transportar assim um violão bom... A propósito, é um Tárrega?
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ninocoutinho

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MensagemAssunto: Re: Desta vez, é meu (nosso!)   Ter Out 16, 2012 12:07 pm

Marcus Del Mastro escreveu:
não sei se já te falei de simplesmente limpar as lentes com os dedos, jogando para fora o excesso de água, melhora bem, mas continua ruim
Já deve ter falado umas mil vezes, e acho que até hoje não testei de verdade... pale No

Mordaz escreveu:
A propósito, é um Tárrega?
Ué, vc não estava falando de violão bom? Twisted Evil

Brincadeiras à parte, esses violões de fábrica não trazem resultado satisfatório (pro meu uso ou pro pessoal da minha praia), não, por mais "top" ou caros que sejam. Em geral, até luthieres "meia-boca" ou iniciantes fazem violões melhores que os "de marca". O meu é de uma construção bem tradicional, de um luthier de são paulo.

Mordaz escreveu:
Não sei se eu teria coragem de transportar assim um violão bom...
A bem da verdade, muito mais perigoso que transportar um violão desse jeito, é a gente SE transportar... pq um acidente que cause algum dano ao instrumento, tem grandes chances de causar um grande dano ao ciclista/músico. Pode detonar as mãos, por exemplo, num incômodo ou lesão que dure horas, dias, semanas, meses ou trazer seqüelas irreversíveis. A gente tem exemplos aqui no fórum. O ogum777 teve uma queda há mil anos atrás numa descida da estrada da manutenção, com fratura exposta em algum lugar da mão e tal... até hoje ele sofre com dores. Ano passado tb, se não me engano, qndo recebeu uma agressão no audax 600, ficou com um negócio no ombro que tá aí, há mais de ano, e se não me engano foi uma dor que tirou ele dum audax aí.

Assim, por mais valioso que seja o instrumento que esteja transportando, "machucar' esse instrumento ainda é menos pior do que se machucar. Eu ia dizer q teria uma exceção pra relíquias ou raridades, mas acho q nem isso. Prefiro quebrar um Stradivarius do que quebrar um dedo.

De qualquer forma, há estojos e estojos. Admito que o meu é dos menos protegidos possíveis. É um 'semicase', solução que arranjei para melhorar minha transportabilidade, qndo morava em BH e pegava busão todo dia. Já tenho há dez anos, tá na hora de trocar. Se o cara precisa transportar de verdade, principalmente rotina de avião (e, no caso, bicicleta!), precisa dum case mais 'power', e aí tem que tirar escorpião do bolso: accord, karura, bam ou hiscox. Ainda descolo um desses (tá nos planos, junto com o trailer!)

E nesse assunto todo, apesar de eu ser um 'defensor' das bikes tradicionais pro uso mais geral, admito a vantagem das reclinadas para o caso: instrumento fica mais baixo, e ciclista também mais perto do chão. Tombo de speed é feio demais. Com violão nas costas, então, verdadeiro horror. Aliás, outro dia dei uma violãozada numa mulher em BH. Eu tava de speed e, com capacete, não dá pra usar o violão centrado nas costas, como uma mochila. Tem que usar ele a tiracolo, de lado, tipo messenger bag. Aí ele fica mais "largo". Eu estava sendo espremido por um ônibus, e a pedestre veio avançando, da calçada para a rua. Ou o ônibus me atropelava, ou acertava a mulher. Mirei bem no meio e PÁÁ Shocked !!!! com a mão do violão no meio da cara da indivídua Embarassed !!! Ouvi uns gritos de protesto mas eu continuava espremido, agora por dois ônibus (era uma conversão a direita q eu nem ia pegar, mas não deu pra passar reto justamente por causa dos busões), então segui jornada e pedi perdão mentalmente. Rolling Eyes E o violão ficou inteiro. What a Face
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Mordaz

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MensagemAssunto: Re: Desta vez, é meu (nosso!)   Ter Out 16, 2012 1:11 pm

ninocoutinho escreveu:
Mordaz escreveu:
A propósito, é um Tárrega?
Ué, vc não estava falando de violão bom? Twisted Evil
HAHAHAHA! Vou contar essa para o irmão da Leonor, que tem um Tárrega! Mas não é o "top" dele, estão está perdoado!

Só perguntei porque, na foto, a boca parece elíptica (talvez nem seja; a sua mão está na frente). Também não é o único violão com boca elíptica, né?
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ninocoutinho

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MensagemAssunto: Re: Desta vez, é meu (nosso!)   Qua Out 17, 2012 8:41 am

Mordaz escreveu:
Só perguntei porque, na foto, a boca parece elíptica (talvez nem seja; a sua mão está na frente). Também não é o único violão com boca elíptica, né?
Imaginei que fosse isso que vc tivesse achado, mesmo. Mas é uma boca normal. Por sinal, acho bonita a boca elíptica dos Tárregas. Pra quem não sabe do que estamos falando, taí ele:



Já que gostamos dum off-topic, as construções mais bonitas de bocas e rosetas de instrumentos, pra mim, estão nas guitarras barrocas. São verdadeiras construções mesmo, tridimensionais:





Inacreditável a preocupação com esse nível de detalhe, e o esmero na execução!
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Mordaz

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MensagemAssunto: Re: Desta vez, é meu (nosso!)   Qua Out 17, 2012 10:34 am

Já vi uns trabalhos assim, "tridimensionais", em madeira esculpida, mas nunca na roseta de uma violão.

Para trazer o assunto de volta para (algo relacionado a) reclinadas, sabia que o John Morciglio, fabricante de reclinadas exóticas em carbono, também fabrica instrumentos musicais em carbono?



Os puristas constumam desdenhar materiais modernos, mas eu os acho interessantes. Gosto, por exemplo, daqueles Ovation em carbono, com fundo abaulado, como o de um alaúde (se bem que um dos motivos pelos quais eu gosto deles é precisamente o som ser diferente do tradicional).
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xamã

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MensagemAssunto: Re: Desta vez, é meu (nosso!)   Qua Out 17, 2012 1:54 pm

Mordaz escreveu:
Não sei se eu teria coragem de transportar assim um violão bom... A propósito, é um Tárrega?
eu ia perguntar isso também What a Face


naquela primeira foto do violão já na reclinada, achei muuito perto do chão...e se tiver uma curva bem fechada? Very Happy
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ninocoutinho

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MensagemAssunto: Re: Desta vez, é meu (nosso!)   Qua Out 17, 2012 4:24 pm

Mordaz escreveu:
Para trazer o assunto de volta para (algo relacionado a) reclinadas, sabia que o John Morciglio, fabricante de reclinadas exóticas em carbono, também fabrica instrumentos musicais em carbono?

(...)

Os puristas constumam desdenhar materiais modernos, mas eu os acho interessantes. Gosto, por exemplo, daqueles Ovation em carbono, com fundo abaulado, como o de um alaúde (se bem que um dos motivos pelos quais eu gosto deles é precisamente o som ser diferente do tradicional).
Massa, não imaginava que ele fazia essas coisas, não. Bem, mesmo no universo do violão erudito, já existe essa polarização instrumentos tradicionais Vs instrumentos modernos. Há violões hoje com mais "volume" do q os tradicionais, usando tampos duplos com recheio de nomex, por exemplo, ou tampos com estrutura em treliça ao invés do leque tradicional. Mas esse incremento na intensidade em geral traz diversos (d)efeitos colaterais, como perda de variação timbrística e até perda de gama de dinâmicas. Eu tenho tendência forte ao tradicional, mas não estou fechado a "inovações" que encontrem um meio e sejam uma solução pra certas situações, como fazer música de câmara com instrumentos mais sonoros (TODOS são mais sonoros que o violão!) ou tocar numa sala com acústica não favorável.

Pra não ficar ainda mais off, eu acho engraçado pois vejo muita semelhança em certas discussões de bikes, e de instrumentos musicais ou mesmo música... engraçado, ou curioso, pq tem sempre essa "separação" (pra não falar o bonito "dicotomia") do que é bom q é ruim... claro q a gente sempre entra na dança e vira e mexe toma partido de algum lado, seja por preferência pessoal ou por ignorância mesmo... quadros com "alma", quadros sem alma, cromoXalumínio, carbonoXalumínio, abetoXcedro, tampo tradicionalXtampo em treliça, STI x shifters sem index, 7v ou 8v X 10v, reclinada X tradicional, speed X mtb, interpretação 'sóbria' X interpretação 'colorida', SWBxLWB ... é aquele velho 'exercício' q a gente sempre tem q tentar fazer, de compreender "o outro" e as necessidades e preferências pessoais que o fazem tomar uma escolha assim ou assado. E não correr o rico de cometer o erro crasso do preconceito.

xamã escreveu:
naquela primeira foto do violão já na reclinada, achei muuito perto do chão...e se tiver uma curva bem fechada? Very Happy
Xamã, eu fiz vários testes levando violão e realmente, em algumas vezes, deixei o violão meio perto do chão. Às vezes não parecia, aí chegava numa curva, raspava tudo. Tinha vez q dava pra arrumar na hora, mas em geral tinha que consertar quando chegava ao meu destino. Nesse aí estava de boa, antes de sair da cidade eu pego no mínimo 3 rotatórias em q me inclino bastante, e em nenhuma raspou. Na volta, já estava bem mais alto, chegando a atrapalhar muito minha visão da imagem no retrovisor. E ao longo dos 40 e poucos km que andei em cada dia, não pareceu que a estrutura cedeu.
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Mordaz

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MensagemAssunto: Re: Desta vez, é meu (nosso!)   Qui Out 18, 2012 1:18 am

ninocoutinho escreveu:
Mas esse incremento na intensidade em geral traz diversos (d)efeitos colaterais, como perda de variação timbrística e até perda de gama de dinâmicas. Eu tenho tendência forte ao tradicional, mas não estou fechado a "inovações" que encontrem um meio e sejam uma solução pra certas situações, como fazer música de câmara com instrumentos mais sonoros (TODOS são mais sonoros que o violão!) ou tocar numa sala com acústica não favorável.
Amplificação, nem pensar, né? (Estou me sentindo um sacrílego por meramente mencionar essa possibilidade! affraid )

Poderias até usar uns efeitos, tipo delay, chorus, reverb... ("...para o lago, para o lago, com pesos atados aos pés!" Question )

Já ouviu falar de um negócio chamado Ebow? Assista este vídeo ruinzinho de um cara usando um Ebow num violão acústico (só funciona com cordas de aço, mas é acústico).

Tenho um violão folk aqui em casa com cordas de aço (em vez de bronze) só para brincar com esse negócio.

Off-topiquei totalmente...
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ninocoutinho

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MensagemAssunto: Re: Desta vez, é meu (nosso!)   Qui Out 25, 2012 9:11 am

Mordaz escreveu:
Poderias até usar uns efeitos, tipo delay, chorus, reverb... ("...para o lago, para o lago, com pesos atados aos pés!" Question )
(...)
Off-topiquei totalmente...
Acabo de usar um DELAY absurdo Sleep ! Uma semana pra responder!! Desculpa aí, Robertóvsky No Vamos voltar ao nosso OFF!!!

Mordaz escreveu:
Amplificação, nem pensar, né? (Estou me sentindo um sacrílego por meramente mencionar essa possibilidade! affraid )
Não é uma resposta definitiva, mas em geral, acho que amplificação (pra música de câmara) só em casos de acústica ambiente totalmente precária. De resto, a diferença natural de intensidade e projeção do som dos diversos instrumentos, deveria ser considerada desde o trabalho compositor/arranjador (não é sempre q isso rola...) até o próprio trabalho dos que executam. Se o cara que escreve sabe o que está fazendo, ele vai facilitar a função dos intérpretes, que mesmo assim não podem desconsiderar a necessidade dessa busca de equilíbrio.

Agora, se estiver mesmo muito difícil equilibrar os instrumentos (um tá descendo a lenha pra soar mais, e o outro fazendo um esforço louco pra soar menos), aí tem que partir pra uma solução que passa por amplificadores só pra dar um grauzinho a mais. Mas tem q ser um amp bom e um mic bom! Aí começa a ga$tação... bounce

Já tem muitos violonistas que tocam seus recitais solo em "violões tradicionais" e, quando fazem música de câmara, usam "violões modernos"... facilitando tocar junto com um flautista, com um cantor ou em meio a grupos maiores. Perdem algo em timbre, mas ganham em não precisar ficar descendo a mão o tempo todo - que é uma coisa meio desconfortável e também gera algum desconforto no som (é como se vc estivesse sempre gritando em vez de falando).

Mordaz escreveu:
Já ouviu falar de um negócio chamado Ebow? Assista este vídeo ruinzinho de um cara usando um Ebow num violão acústico (só funciona com cordas de aço, mas é acústico).
Já tinha visto esse acessório. Bem, eu não consigo tocar em violões com cordas de aço; pelo menos, não mais de 5 minutos. Minha mão não dá conta (tanto pela estreiteza do braço quando pela dureza das cordas), e meu ouvido também fica meio pinicado! Guitarra é mais levinho, mas se as cordas não estiverem novas, acaba com minhas unhas geek
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Clebson Melo

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MensagemAssunto: Re: Desta vez, é meu (nosso!)   Sex Nov 02, 2012 1:04 pm

Parabéns pelo belo e fotográfico relato.
Quando crescer quero ser como você.

Vou enviar para um amigo aqui do RN que comprou um Fox. Vai ajduar a aliviar a ansiedade da espera (ou aumentar) visto que já tem quase 4 meses que foi feita a encomenda e até agora não chegou.
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MensagemAssunto: Re: Desta vez, é meu (nosso!)   

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