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 RECLINADAS NA REVISTA BICICLETA

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SOLYOM



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MensagemAssunto: RECLINADAS NA REVISTA BICICLETA    Dom Maio 08, 2011 10:50 pm

Olá amigos!

Nós amantes das reclinadas, ganhamos um presentão este mês; a Revista Bicicleta, edição 5, tráz uma ótima matéria sobre bicicletas reclinadas.
A edição já foi distribuidas nas bancas de São Paulo e do Rio, e à partir de 3a (10/05), estará nos demais estados.

http://revistabicicleta.com.br/release005.php

Abraços

Davilson Solyom
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ninocoutinho



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MensagemAssunto: Reclinadas nos retrovisores   Seg Maio 09, 2011 6:54 am

Pelo que a gente vê do release dessa edição, e das edições passadas, dá pra perceber q a ideia da revista está show! Também recebeu muitos elogios no fórum pedal, pelo enfoque não-esportivo, predominante em outras publicações do gênero.

Eu até hoje não comprei nenhuma e, como tlvz a maioria aqui do fórum não deve ter a presente edição, acho q ainda não conseguimos comentar o conteúdo da matéria sobre as reclinadas.

Mas eu queria comentar uma coincidência q só percebi agora (o Davilson já tinha me mandado esse mesmo link mas não tinha notado) e q, é mais um coincidência pra mim, mas também representa preocupação a nós, reclineiros urbanos (lembrando q tem alguns reclineiros rurais aqui no fórum hauhauah), apesar de altamente off-topic.

Eu acho q devo ter comentado aqui (se não foi aqui, foi no MountainBikeBH) q eu tenho achado o trânsito pras bikes na minha terra natal, Itajubá, no sul de Minas, um horror! Tenho notado isso toda vez, e estive lá um dia antes de embarcar pra Porto Alegre, peguei emprestada a Caloi SK do meu pai, pra fazer uma coisa ultra-básica: fui à rodoviária comprar uma passagem, e de lá segui ao Mercado Municipal pra cumprir a difícil missão de comprar algum gênero alimentício típico nosso, mas q fosse VEGANO, para dar de presente ao Klaus huahauhauha!!! Depois de muito procurar decidi levar um pacote de pés-de-moleque (bem típico de lá, e não leva leite) e um pote de tomate seco q, se não é típico, é bem caseiro e muito bem feito por uma familiazinha lá. De lá voltei pra casa. Era um sábado de manhã, e foi o suficiente pra eu ter quase morrido umas três vezes! Além de sentir boa dose de perigo outras tantas.

Aí então a coincidência: na seção "Pergunta do leitor" da revista deste mês, está lá a cartinha de uma certa Renata Santos Costa, justamente de Itajubá, cujo conteúdo transcrevo:

Citação :
Infelizmente abri a porta do meu carro (no lado do passageiro) e não vi que vinha um ciclista, talvez porque o espelho retrovisor estava virado para baixo e o ciclista ficou num ponto cego. Ele estava muito grudado na minha porta e, infelizmente, quando eu abri a porta ele voou por cima. Estava numa via de baixa velocidade, centro da cidade, então eu pergunto: ele podia correr e ainda colar no meu carro? Fiquei triste, não queria atropelá-lo, mas acho que deveria ter uma lei de distância dos carros parados. Existe?
Olha aí a simples inversão de papéis!! scratch

Eu até imagino em q tipo de ruazinha do centro ela estava e, pra abrir a porta do passageiro e atingir o ciclista, tb dá pra entender, pq várias ruas lá têm o estacionamento do lado esquerdo da pista.

Evidentemente há mil perguntas sobre a veracidade dos fatos, pelo menos a) se a pessoa de fato olhou o retrovisor (ainda disse q TALVEZ o retrovisor estivesse virado pra baixo) e b) se o ciclista estava mesmo correndo, e colado no carro.

Independente disso, e realmente não vem ao caso, eu convidaria esta humilde senhora a pedalar pelas ruas e descobrir SE É POSSÍVEL transitar a uma distância segura dos carros estacionados, de forma a evitar um choque desse!! Por mais q a gente queira, não tem jeito na maioria das vezes! Uma porta é algo razoavelmente grande, pra não ser atingido tem q ficar bem longe, e não há espaço. Esse é um dos maiores medos q eu passei pedalando lá. Agora a culpa de um acidente assim é do ciclista!! bounce

Falei q é especialmente preocupante pra nós, reclineiros, pois em geral estamos mais baixos e tlvz mais invisíveis ao retrovisor (a não ser q o retrovisor esteja virado pra baixo, como o da moça!). Bem, pelo menos corremos menos riscos de a porta atingir o nosso peito (claro q existe a chance, e também podemos ter braços e pernas decepados).

Perdoem o total off-topic, mas acho q é importante tb. O q vcs fazem pra evitar esse problema? Há mesmo atitude preventiva? Comigo, q eu lembre, aconteceu apenas uma vez, e eu estava de bike normal. Era um motorista de uma Besta (uma besta, mesmo!) q abriu a porta tão em cima de mim q eu mesmo tive o reflexo de fechá-la!! O cara não deve ter entendido nada qndo sentiu a força contrária e a porta voltando... Vinha um microônibus atrás, na situação, e eu acho q eu não chegaria a ser atropelado, mas seria bem assustador se eu tivesse caído e o ônibus, freiado para não me atingir.

Ainda tem umas antas q não abrem a porta, não: eles JOGAM a porta com tudo!!!

Apesar de eu ter falado q nós podemos ser mais invisíveis ao retrovisor, nem sei se é verdade confused ... Acho tão difícil uma coisa ficar fora do campo de visão gerado do retrovisor! Sei lá, acho q o motorista é q tem q se tocar, mesmo.
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SOLYOM



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MensagemAssunto: Re: RECLINADAS NA REVISTA BICICLETA    Seg Maio 09, 2011 7:39 am

Oi Nino!

Continuando o off-topic, mas dentro do assunto segurança que a Revista Bicicleta aborda também, (e pensando nas reclinadas), nessa matéria há um comentário sobre uma das vantagens das reclinadas (citada em outros artigos e sites tambem, inclusive no meu de onde saiu parte do texto da referida matéria);
O reclineiro é visto pelo motorista pelo espelho geralmente "face a face", quer dizer; na bike convencional os motoristas veem a camiseta do ciclista, nas reclinadas nossa vista está praticamente na mesma altura da dos demais condutores e isso chama a atenção muito mais.

Claro que sempre tem os descuidados.
No caso do abrir a porta, a responsabilidade é sempre do dono da porta, pois ele desloca parte do carro dele na passagem de outros veiculos, e não há desculpa de espelho torto ou ponto sego; o carro está parado! quem abre a porta tem de ter certeza que não vem nada atras próximo ao carro ou mesmo longe, rápido ou devagar.

Eu por exemplo nunca abro a porta vindo outros veiculos mesmo passando longe, pois esse outro carro pode ter que desviar de outro obstaculo que pode aparecer no lado oposto.

E quando tem de se fazer essa manobra com trânsito intenso, é preciso estar olhando e sair rapidamente. E claro; as crianças descem sempre no lado da calçada.

E até mesmo na calçada essa regra vale; abra a porta com cuidado para nenhum pedestre te atropelar.

Quanto à nós, quando estivermos pedalando passando próximo à carros parados ou andando, devemos desconfiar sempre de que os condutores não nos viram, ou pior; não nos consideram...

Abraços

Davilson

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ninocoutinho



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MensagemAssunto: Re: RECLINADAS NA REVISTA BICICLETA    Seg Maio 09, 2011 8:20 am

SOLYOM escreveu:
O reclineiro é visto pelo motorista pelo espelho geralmente "face a face", quer dizer; na bike convencional os motoristas veem a camiseta do ciclista, nas reclinadas nossa vista está praticamente na mesma altura da dos demais condutores e isso chama a atenção muito mais.
É, como desconfiei, é isso mesmo. Em filas de carros parados, eu tento andar sempre de olho no interior dos veículos, e mesmo nos retrovisores. Infelizmente a moda das películas estilo insulfilm é uma praga, vc não consegue enxergar dentro do carro, mas qndo vc vê o retrovisor, e está de reclinada, vc repara q a pessoa está meio "vidrada", esperando vc passar não pela segurança, mas pra ver o que é aquilo rsrsrs! Às vezes a cara é de interrogação; às vezes, aquele sorrisinho meio impressionado!

Nas ruas mais calmas é q percebo ser mais comum o motorista abrir a porta sem preocupação. Isso acontece muito na rua da minha própria casa, e na rua aqui de onde trabalho. Fico ainda mais "pê" qndo a pessoa simplesmente joga a porta e não sai imediatamente, e sim vai procurar ou catar ainda mais alguma coisa dentro do carro... então pra quê jogar a porta?? Suspect

SOLYOM escreveu:
Quanto à nós, quando estivermos pedalando passando próximo à carros parados ou andando, devemos desconfiar sempre de que os condutores não nos viram, ou pior; não nos consideram...
Acho q é esse o ponto! Não tem barulho de carro? Pode abrir a porta! clown
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jonaldo baptista



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MensagemAssunto: reclinadas na revista bicicleta   Seg Maio 09, 2011 10:02 am

olá.dá para perceber que a direção dessa revista está bem antenada, na edição 2 sugeri matérias sobre reclinadas, e quem me atendeu não sabia o que eram, então falei sobre este forum e a multidão daqui para várias matérias, pena que aqui no rj não consigo encontrar nas bancas, e por assinatura ,não dá para confiar no serviço dos correios. saldações.
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luizpicelli



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MensagemAssunto: Re: RECLINADAS NA REVISTA BICICLETA    Ter Maio 10, 2011 1:08 am

Estou terminando meu projeto do doutorado aqui em Campinas, e sexta vou retornar para Recife. Vamos ver se encontro com facilidade a revista aqui, ou lá em Pernambuco (que acho ser menos provável).


Mas que lembrei que já "voei" quando abriram a porta repentinamente. O pior é que cai no meio da avenida, o trânsito parou e eu tava meio tonto. O que lembro foi que o motorista apenas fechou o carro dele e foi para o mercado. Nem perguntar se eu estava bem, ele veio verificar.


Continuando o off-topic.
Acredito que nessa situação, a responsabilidade é estritamente do motorista. Pois se fosse uma moto, um carro ou um caminhão, e arrancasse a porta dele, além do prejuízo da porta, provavelmente teria que pagar o estrago do outro veículo.

Nessa situação, não cabe registrar um BO e abrir uma ação contra danos materiais ou morais em um juizado de pequenas causas (não entendo de leis) ...kkkk... mas sei que se a bike geralmente sai avariada, imagina o ciclista?


abração
Luiz
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Mordaz



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MensagemAssunto: Re: RECLINADAS NA REVISTA BICICLETA    Ter Maio 10, 2011 11:18 am

luizpicelli escreveu:
Nessa situação, não cabe registrar um BO e abrir uma ação contra danos materiais ou morais em um juizado de pequenas causas (não entendo de leis) ...kkkk... mas sei que se a bike geralmente sai avariada, imagina o ciclista?
Claro que sim! Nem precisa ser de pequenas causas. Você pode chamar a PM para registrar a ocorrência na hora, tal como se fosse um acidente entre dois automotores. O CTB reconhece a bicicleta como veículo (e com preferência sobre os automotores).
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MensagemAssunto: Re: RECLINADAS NA REVISTA BICICLETA    Ter Maio 10, 2011 7:03 pm

Ainda não vi a reportagem, sobre o assunto segurança e reclinadas , mas no antigo site da Zöhrer de 1996, eu tinha um página sobre o assunto dúvidas mais frequentes e que talvez seja interessante reeditá-la no novo site , pois elucida muitas coisas.
Acho que no site do Alan, (aluzzi) ele modificou e simplificou o texto que escrevi na época, que reforça o que o Solyom falou mais acima. Segue abaixo a transcrição da antiga página da Zöhrer:


Perguntas mais comuns sobre as Biclicletas Reclinadas:



AS BICICLETAS RECLINADAS SOBEM BEM?
Sim, elas sobem, porém se requer uma técnica diferente, na qual você deve engatar uma marcha mais leve e girar o pedal com mais rapidez. A prática e condicionamento uma vez dominados, proporcionarão ótimas subidas.

AS RECLINADAS PODEM SER VISTAS NO TRÂNSITO?
Como elas são diferentes e futuristas elas são notadas, pois os motoristas prestam mais atenção nelas. A altura da cabeça do ciclista é a mesma que a dos retrovisores dos automóveis e quando o motorista olha para trás ele vê o rosto do ciclista e não a camiseta.


ELAS SÃO FÁCEIS DE SEREM VISTAS PELOS PEDESTRES?
As reclinadas são baixas, logo ficam fora do campo de visão dos adultos, apesar de fácilmente vistas por crianças, veículos e cachorro, que são mais baixos. É necessário ter a atenção redobrada em áreas de ciclovias e travessia de pedestres.

ELAS SÃO SEGURAS?
Sim, as bicicletas reclinadas são mais seguras que as bicicletas convencionais devido ao baixo centro de gravidade, permitindo fazer curvas com mais segurança e com mais eficiência. A coluna vertebral fica permanentemente protegida pelo assento, que é grande e cobre a maior parte das costas. Os freios podem ser aplicados em ambas as rodas simultaneamente, proporcionando melhor frenagem, mantendo o ciclista na sua posição; numa emergência, o cliclista poderá rolar de lado abosrvendo o impacto com o quadril, sendo também defendido pelas pernas. A visão frotal melhora numa bicicleta reclinada facilitando o reconhecimento de algum objeto móvel a frente; aconselhamos usar espelhos retrovisores e sempre andar de capacete.


ELAS SÃO CONFORTÁVEIS?
As bicicletas reclinadas foram desenvolvidas para privilegiar o conforto e a biomecânica. Sua posição anatômica e seu banco estofado proporcionam o máximo de conforto sem, com isso, comprometer a saúde do usuário.

SÃO RÁPIDAS?
Sim, e muito, a ponto de serem proibidas de participar em competições tanto de rua, quanto velódromo, pela Federação Internacional de Ciclismo (UCI). Sua aerodinâmica superior aliada à alta eficiência biomecânica, são consideradas desleais em relação às tradicionais Speed Bikes. Está sendo cogitado a permissão do uso dessas bicicletas em triatlon, desde que a mesma não ultrapasse dois metros de comprimento, 50 cm de largura e não use carenagem. A IHPVA Inernacional promove em várias partes do mundo, competições sem as restrições impostas pela UCI. Suas únicas restrições estão relacionadas ao aspecto de segurança do veículo.

AS RECLINADAS SÃO ALVO DE ROUBO OU ASSALTO?
Apesar da violência dos grandes centros e o alto índice de roubo de bicicletas, as reclinadas dificilmente atraem ladrões devido à sua aparência incomum. Até o presente momento, nenhum caso de roubo foi relatado. Um dos fatores que inibe o roubo é o fato de existirem poucas no mercado, e um reclinada roubada seria facilmente indentificada em meio às outras tradicionais.

A QUALIDADE DAS PEÇAS E DOS MATERIAIS É BOA?
O quadro é feito de aço-carbono, que é um material de alta confiabilidade. As peças usadas são de aço inox ou alumínio fornecidas pelos melhores fabricantes nacionais ou peças importadas. A garantia do quadro é de 2 anos com relação à problemas de fabricação. Já exportamos para Chile, Argentina, Espanha e Estados Unidos.

ENTÃO POR QUE, COM TANTAS VANTAGENS, ELA NÃO É MAIS COMUM?
No Brasil, não há fabricação em escala industrial deste tipo de bicicleta, e portanto, não existe propaganda em grande escala. Nos Estados Unidos e na Europa, onde este tipo de fabricação já acontece, as estatísticas indicam que a demanda das reclinadas está aumentando velozmente a ponto de interessar grandes fabricantes como a Trek, Canondale e Peugeot, que já lançaram seus modelos. Mas como o mercado ainda é restrito e muito exigente, esses modelos variam de 700 a 5.000 dólares lá fora. O preço a que um modelo importado chega no Brasil é proibitivo. E como somos os únicos fabricantes deste tipo de bicicleta na América Latina e não fabricamos industrialmente, mas artesanalmente e, principalmente, a um preço muito mais acessível, não temos condições de divulgar de forma mais ampla.

GOSTARIA DE SABER MAIS DETALHES SOBRE A DIFERENÇA PRÁTICA, OU SEJA, A QUE TIPO DE USO SE DESTINAM AS BICIS UNDER CONTROL E A 20X20?
O modelo "under control" foi originalmente desenvolvido para ser um bicicleta de corrida reclinada confortável. Verificou-se depois, que ela também se prestava a viagens e lazer. Você deve ter visto na homepage (http://www.geocities.com/zohrer) as características dos modelos, atente para as diferentes distribuições de peso de cada modelo. A under control tem mais peso na roda dianteira aro 20'' que na traseira aro 26'' ou 27''. Com isso, quando não há uma carenagem atrás ou bagagem, tende a dar cavalo de pau ao se frear brusca e intensamente a roda traseira. O excesso de peso na bagagem pode levar a Under Control a ficar com a direção muito leve, dificultando seu uso no trânsito, ou em estradas de terra muito esburacadas. A roda dianteira, como tem muito peso, tenda a afundar na lama ou na areia fofa. É claro que na estrada, no asfalto, nada disso atrapalha, tendo um excelente rendimento (pergunte ao Silas da viagem que ele fez para Teresópolis) ou ao Aurélio Moreira, que por duas vezes fez viagens com a Under Control no caminho de Santiago de Compostela na espanha (depoimento disponível brevemente na home-page) sem problemas na estrada de terra. Em uma viagem às agulhas negras, a Under Control, com suspensão dianteira, mostrou-se muito boa em terreno pedregoso, pois sua roda pequena passava por entre as britas e pedras grandes sem ficar presa (problema comum nas montain bikes, devido à roda grande ficar travada entre pedras grandes) sem falar que apesar da Under ser baixa, o pedal é alto e não bate nas pedras. A 20 x 20 foi projetada para cicloturismo e lazer, tendo resolvido todos os problemas relacionados à Chopper a a Under em viagens e trânsito. Ela tem 3 x mais capacidade de carga que as outras duas e uma vez e meia a de uma montain bike. A maior parte do peso está embaixo do banco (que é 15 cm mais alto que nas outras duas, para melhor visão de profundidade, que é útil no trânsito e na estrada) para manter o centro de gravidade o mais baixo possível, com isso mantendo uma direção fácil e ágil mesmo quando muito pesada com bagagem. O pedal está mais baixo que a linha do banco, para facilitar a pedalada, e o contato do pé com o chão nas paradas no trânsito. A roda traseira tem um amortecedor que usa um elastômero de baixa manutenção, imprescindível em viagens longas, e a roda dianteira está bem a frente, para não afundar na areia e lama, tornando-a estável e segura em locais não pavimentados. Além de ser dobrável, facilitando o empacotamento em viagens de avião, ônibus ou trem. Ambas são fáceis de dirigir, mas a 20 x 20, por apresentar um design menos radical, assusta menos na primeira vez de se pedalar.

O GUIDÃO DA UNDER CONTROL, SOB AS PERNAS, É MAIS CONFORTÁVEL? MAIS FÁCIL DE DIRIGIR?
As pessoas que não têm medo de usar a Under geralmente consideram essa posição do guidão mais confortável, pois é a posição normal dos braços: para baixo. Quanto à dirigibilidade, é realmente uma questão de gosto.

QUAL O TAMANHO DA 20 X 20 DOBRADA?
A 20 x 20 dobrada cabe em uma caixa igual àquelas onde que vêm de fábrica com as bicicletas tradicionais. Mas de qualquer forma vou averiguar o tamanho em cm e colocar na página.

QUAL O PESO DAS BICICLETAS UNDER E 20 X 20?
Em geral as bicicletas com suspensão traseira pesam de 13,5 a 15 kg e sem suspensão de 12,5 a 14 kg.


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SOLYOM



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MensagemAssunto: Re: RECLINADAS NA REVISTA BICICLETA    Ter Maio 10, 2011 9:45 pm

Oi Pedro

Muito legal rever esses textos, que serviram (e servem), além de uma rica informação e inspiração, a base da apresentação das reclinadas às pessoas que não conhecem.

Agora, vale lembrar pra todos (principalmente pra quem nunca andou de reclinada), que esse comportamento na rua dificilmente será igual sempre, claro, mas é o que ocorre de um modo geral.

Sobre a matéria da Revista Bicicleta, creio que essa é a primeira (corrijam-me se eu estiver errado), feita por uma revista especializada no Brasil, e bem completa. E certamente milhares de leitores que nunca viram uma reclinada poderão conhecer mais.

Abraços
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Marcus Del Mastro



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MensagemAssunto: Re: RECLINADAS NA REVISTA BICICLETA    Qua Maio 11, 2011 1:11 am

Talvez a resposta para a moça que atropelou o ciclista com a porta esteja num artigo da mesma edição:

"QUANDO É FÁCIL CULPAR A VÍTIMA"

Aliás é um tema recorrente em nossa cultura moderna, não?
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ZÖHRER



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MensagemAssunto: Re: RECLINADAS NA REVISTA BICICLETA    Sab Maio 21, 2011 7:51 pm

Olá Pessoal,
acabei de comprar hoje a revista , e foram dedicadas 7 páginas de matéria sobre as reclinadas.
A matéria está bem legal.
Quem sabe assim as pessoas possam desfazer alguns mitos e algumas dúvidas sobre o universo reclineiro.
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duram



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MensagemAssunto: Re: RECLINADAS NA REVISTA BICICLETA    Sab Maio 28, 2011 12:57 pm

Aonde acho essa revista?
Pode colocar on line em pdf a matéria?
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MensagemAssunto: peitadas!!!   Seg Fev 20, 2012 3:39 pm

No caso do abrir a porta, a responsabilidade é sempre do dono da porta, pois ele desloca parte do carro dele na passagem de outros veiculos, e não há desculpa de espelho torto ou ponto sego; o carro está parado! quem abre a porta tem de ter certeza que não vem nada atras próximo ao carro ou mesmo longe, rápido ou devagar.

exato!!!! a responsabilidade é do motorista dono do carro!!! está na CTB, não cabe discussão!!!!


[luizpicelli escreveu:
Nessa situação, não cabe registrar um BO e abrir uma ação contra danos materiais ou morais em um juizado de pequenas causas (não entendo de leis) ...kkkk... mas sei que se a bike geralmente sai avariada, imagina o ciclista?

Claro que sim! Nem precisa ser de pequenas causas. Você pode chamar a PM para registrar a ocorrência na hora, tal como se fosse um acidente entre dois automotores. O CTB reconhece a bicicleta como veículo (e com preferência sobre os automotores).
]


nem se deve perder tempo em argumentar com o motorista, chama a policia que será atendido, afinal é acidente com vitima!!!!!


dei várias peitadas em porta de carros e camionetes ao longo de meus mais de 30 anos de pedaladas, dei sorte de não sair voando e de nem ter me ferido seriamente (só alguns hematomas) e as avarias que a bike porventura teve foi ressarcido pelo dono do veículo!! muita sorte que tive esses acidentes e os motoristas tinham alguma educação e consideração sem necessidade de se chamar a policia!!!

o ruim é se vc dar uma peitada/cacetada em um pau véio caindo aos pedaços, é perigoso da roda sair mais cara que o pau véio e o dono se encrespar todo!

abraços
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guirle



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MensagemAssunto: Re: RECLINADAS NA REVISTA BICICLETA    Seg Fev 20, 2012 6:04 pm

ZÖHRER escreveu:
Olá Pessoal,
acabei de comprar hoje a revista , e foram dedicadas 7 páginas de matéria sobre as reclinadas.
A matéria está bem legal.
Quem sabe assim as pessoas possam desfazer alguns mitos e algumas dúvidas sobre o universo reclineiro.
quero comprar uma reclinada sua pra viajar muito
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MensagemAssunto: Re: RECLINADAS NA REVISTA BICICLETA    Hoje à(s) 6:01 pm

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RECLINADAS NA REVISTA BICICLETA
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